Técnico se queixa de ‘olé’ da torcida do Sport e avalia empate;

ADAURY VELOSO ;

SPORT

Técnico se queixa de ‘olé’ da torcida do Sport e avalia empate na Ilha: ‘Dos males, o menor’

Claudinei Oliveira desaprovou gritos de protesto das arquibancadas da Ilha durante a partida; treinador afirmou não ver problemas em protesto pós-jogo;

O Sport voltou a apresentar um futebol sem vida na Ilha do Retiro neste domingo. Sem inspiração, por pouco não acumulou a quinta derrota seguida na Série A. Empatou com a Chapecoense nos acréscimos, gol de Carlos Henrique. Sem conseguir quebrar a maré de sete jogos sem vitórias e, pior, sem conseguir fazer a equipe render, o técnico Claudinei Oliveira afirmou ver na ansiedade dos jogadores o maior dos inimigos da equipe neste momento. Mostrou-se, porém, aliviado por ter escapado de uma nova derrota. Questionado sobre as críticas da torcida, reprovou os gritos de “olé” das arquibancadas como forma de protesto enquanto o Leão perdia o jogo.

O Sport voltou a apresentar um futebol sem vida na Ilha do Retiro neste domingo. Sem inspiração, por pouco não acumulou a quinta derrota seguida na Série A. Empatou com a Chapecoense nos acréscimos, gol de Carlos Henrique. Sem conseguir quebrar a maré de sete jogos sem vitórias e, pior, sem conseguir fazer a equipe render, o técnico Claudinei Oliveira afirmou ver na ansiedade dos jogadores o maior dos inimigos da equipe neste momento. Mostrou-se, porém, aliviado por ter escapado de uma nova derrota. Questionado sobre as críticas da torcida, reprovou os gritos de “olé” das arquibancadas como forma de protesto enquanto o Leão perdia o jogo.

A gente vem saindo perdendo os últimos jogos e isso complicado ainda mais. Contra a Chape, aconteceu a mesma coisa do jogo contra o Fluminense. Na primeira vez que eles foram à frente, fizeram o gol. Um lance evitável, a bola estava no limite da linha de fundo. Acho até que o atleta deles colocou a mão nas costas do Deivid, mas isso é uma questão de arbitragem. Tomamos o gol e, com a fase que a gente vem enfrentando, é difícil manter o equilíbrio”, avaliou o treinador.
Com o placar adverso, na visão de Claudinei, o Sport caiu na armadilha da pressa. “Por mais que eu tente orientar é normal que o time se desorganize, que queira fazer o segundo gol antes de empatar. Alguns torcedores pegam no pé para o jogador tomar a decisão mais rápido… Ainda tivemos chances de empatar em duas cabeçadas e tivemos bom volume. Em alguns lances cruzamos bolas sem necessidade, o que ponho na conta da sequência de resultados negativos que faz o jogador querer fazer as coisas acontecerem mais rápido”, disse.

No intervalo, Claudinei sacou o volante Deivid para a entrada de Rafael Marques. “A Chape esta com as linhas baixas e a gente achou que não precisava mais de dois volantes. Voltamos para o segundo tempo com a expectativa de empatar e virar”, afirmou. “Mas em alguns momentos voltamos a tomar as decisões precipitadas. Tivemos um volume de 65% posse de bola, 18 finalizações e só quatro no alvo. Jandrei fez poucas defensas. Precisamos transformar esse volume em resultado”, acrescentou.

“Males, o menor”

O empate com o gol aos 46 minutos do segundo tempo não deixou de ser visto de forma positiva pelo treinador. “Dos males, o menor. Empatamos mesmo sem ter feito uma grande partida e ganhamos uma posição. Além disso, não deixamos a Chape passar a gente. Agora, temos uma semana para tentar melhorar”, disse.  Por fim, questionado sobre os protestos da torcida, o técnico rubro-negro lamentou a postura de alguns torcedores. “Não cabe a mim julgar (os protestos). Acho que o torcedor deve apoiar equipe até o final do jogo e depois está livre para protestar da maneira que char mais adequada. Fico chateado em ver o torcedor gritando ‘olé’. Isso não acha legal, não. Mas não vou censurar ninguém, cada um tem a sua liberdade”, pontuou. 

No intervalo, Claudinei sacou o volante Deivid para a entrada de Rafael Marques. “A Chape esta com as linhas baixas e a gente achou que não precisava mais de dois volantes. Voltamos para o segundo tempo com a expectativa de empatar e virar”, afirmou. “Mas em alguns momentos voltamos a tomar as decisões precipitadas. Tivemos um volume de 65% posse de bola, 18 finalizações e só quatro no alvo. Jandrei fez poucas defensas. Precisamos transformar esse volume em resultado”, acrescentou.

“Males, o menor”

O empate com o gol aos 46 minutos do segundo tempo não deixou de ser visto de forma positiva pelo treinador. “Dos males, o menor. Empatamos mesmo sem ter feito uma grande partida e ganhamos uma posição. Além disso, não deixamos a Chape passar a gente. Agora, temos uma semana para tentar melhorar”, disse.

Por fim, questionado sobre os protestos da torcida, o técnico rubro-negro lamentou a postura de alguns torcedores. “Não cabe a mim julgar (os protestos). Acho que o torcedor deve apoiar equipe até o final do jogo e depois está livre para protestar da maneira que char mais adequada. Fico chateado em ver o torcedor gritando ‘olé’. Isso não acha legal, não. Mas não vou censurar ninguém, cada um tem a sua liberdade”, pontuou.

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