André minimiza “seca” dos outros jogadores do setor ofensivo do Sport;

ADAURY VELOSO ;

Camisa 90 foi o último atleta da linha de frente que marcou gol na Série A; resto dos homens de frente não balançam as redes desde 30 de julho;

André foi o último jogador do setor ofensivo do Sport a fazer gol no Brasileirão. Na rodada retrasada, no empate em 1 a 1 com o Vasco, na Ilha do Retiro. Mas os outros atletas da linha de ataque do Sport vivem uma “seca” incômoda. Exceto o camisa 90, há mais de dois meses que nenhum outro atacante ou meia rubro-negro balança as redes na competição.

A última vez que isso aconteceu foi ainda em 30 de julho, quando o Sport venceu Bahia por 3 a 1, na Arena Fonte Nova. O hoje machucado meia Everton Felipe e Lenis marcaram um gol cada. O zagueiro Ronaldo Alves fez outro na ocasião. Pior em finalização no returno da competição, o Rubro-negro acumula números que traduzem a ineficiência das peças ofensivas. Vice-artilheiro do time na Série A e na temporda, Diego Souza, por exemplo, não faz gol há 11 jogos.
Apesar do jejum dos homens de frente perdurar, André acredita que os colegas reencontrarão o caminho das redes. Acha a “seca” natural, mas reconhece que ela traz um peso a mais para o atleta. Acredita que a situação será mudada a partir do momento que o jogador que está passando em branco fizer o primeiro gol.
“Atacante vive de gols. Quando não faz, cria uma certa ansiedade. Não tem jeito, perde um pouco da confiança. Então, acho que é uma situação normal ficar sem fazer gols, mas é trabalhar. Daqui a pouco, começa a fazer um gol e deslancha. A gente tem que ter tranquilidade e saber que no momento certo a bola vai entrar de novo”, disse o camisa 90. Para melhorar essa situação, o técnico Vanderlei Luxemburgo já chegou a intensificar os treinos de finalização durante a semana.
Com 10 gols na Série A, André é o goleador do Sport no Brasileirão e está a quatro gols do artilheiro geral – Henrique Dourado, do Fluminense. O atacante leonino também é o jogador que mais fez gols pelo clube na temporada 2017 – 21 no total. Só precisa de mais cinco para atingir os 26 de sua melhor temporada em um só clube, no Santos, há sete anos. 

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